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24/12/2011 -

Veja o que comer e o que evitar na ceia de Natal




Clima de festa, família reunida e mesa farta. Da entrada até a sobremesa, o cenário da ceia de Natal é um convite aos excessos. A nutricionista Luciana Bruno tem algumas dicas para não exagerar. Se consumidos com moderação, alimentos típicos da festa — como peru, maionese, nozes e outras delícias do cardápio natalino — fazem bem à saúde.

Peru não pode faltar
:: O peru, além de ser um prato típico da gastronomia natalina, é uma carne com pouca gordura. O ideal é preparar um molho para deixar a carne menos seca, além de dar um toque de sabor. Frutas cítricas podem incrementar o prato.

Maionese não é vilã
:: Usada no preparo de pratos para a ceia, principalmente nas saladas de batata e molhos, a maionese não deve ser encarada como vilã do banquete. As industrializadas têm apenas 40 calorias por colher de sopa, e ainda contêm gorduras boas, as poli-insaturadas.

Nozes e castanhas são fontes de "gorduras boas" e fazem bem ao coração
:: Muito consumidas no fim de ano, as nozes e castanhas são fonte de "gorduras boas" e podem auxiliar na manutenção da saúde cardiovascular. Outra opção saudável são as frutas secas, como damascos e figos, pois são alimentos ricos em fibras, vitaminas e minerais. Como são doces, podem aliviar a vontade de comer as sobremesas mais calóricas e ricas em gorduras ruins. Podem ser consumidas puras, mas também são ótimos ingredientes para pratos doces e salgados. Entretanto, a recomendação é que sejam ingeridas com moderação — apenas duas ou três unidades por dia.

Nada de "guardar o apetite"
:: Comer menos durante o dia não funciona, ao contrário, induz ainda mais ao exagero na hora da ceia, que normalmente acontece bem mais tarde. Quando fica muito tempo de barriga vazia, o processo digestivo fica muito lento, o que gera aquela sensação de peso no estômago. A dica é consumir uma fruta no início da noite e um chá após a ceia, como capim limão ou erva cidreira, que melhoram a digestão.

Calcule a matemática do seu prato
:: Equilibrar a combinação do seu prato é a melhor saída. Um jeito prático para não errar nas quantidades é completar metade do prato com salada, um quarto com cereais — arroz, por exemplo — e grãos — lentilha, grão de bico ou feijão — e medir o tamanho da carne com a palma da mão.

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