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06/01/2012 -

Governo teme que seca deste ano provoque os mesmos prejuízos de 2005




Em meio à série de decretos de emergência de municípios atingidos pela ausência de água para irrigar lavouras e ao baixo nível de rios em diferentes regiões do Estado, a meteorologia confirma que o clima cruzou uma barreira preocupante no Rio Grande do Sul: transformou o que era estiagem em seca.

Um período de mais de 40 dias sem chuva já pode ser classificado dessa forma, segundo a meteorologista Estael Sias, da Central de Meteorologia. Ela explica que, ainda que os registros das estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), espalhadas por 21 cidades gaúchas, apontem chuva isolada ao longo de dezembro, pontos das regiões Centro, Noroeste e Norte cruzaram o mês sem precipitação alguma.

A volta da seca ao Estado provoca o temor de que se repitam os prejuízos registrados no verão de 2005. Ao todo, 447 municípios decretaram situação de emergência naquele ano, em que a seca tirou pelo menos 6,3 milhões de toneladas da safra do Estado — consideradas apenas as quatro principais culturas de verão: soja, milho, arroz e feijão. Foram cerca de 9,5 milhões de gaúchos torturados pela falta de chuva.

Para atenuar o preocupante cenário seria preciso uma sequência de, pelo menos, quatro ou cinco dias de chuva, o que não ocorre desde outubro em todas as regiões.

— Assim, mesmo que fosse chuva fraca, o solo começaria a reagir. Não adianta chover 50 milímetros em um único dia e depois parar — explica Estael.

Fonte - ZH

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