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Leite apresentou proposta ao líder do governo, Frederico Antunes, nesta quarta-feira Palácio Piratini / Divulgação

Nova proposta de plano de carreira dos professores incorpora aumento do piso e mantém diferença entre faixas

15 de janeiro de 2020 Piratini optou por mandar à Assembleia apenas a tabela de 2020, diante da incerteza sobre piso nacional da categoria


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Aliados do governador Eduardo Leite receberam na manhã desta quarta-feira (15) do líder do governo, deputado Frederico Antunes (PP), a confirmação de que o projeto de lei 507, que trata do plano de carreira dos professores, será modificado para contemplar o aumento de 12,84% no piso do magistério.

Com isso, o subsídio no nível 1, classe A, para 40 horas semanais de trabalho, será de R$ 2.886,15 e o último nível da carreira, o 6F, ficará acima de R$ 5 mil. Serão mantidos os mesmos índices de dispersão — diferença entre uma faixa e outra — e assegurado que nenhuma precisará de completivo para atingir o piso nacional.

O governador detalhou a proposta em entrevista coletiva no Palácio Piratini. O governo optou por mandar para a Assembleia apenas a tabela de 2020, e não as de 2021 e 2022 da proposta anterior, diante da incerteza em relação aos futuros reajustes do piso nacional.

Neste ano, a previsão era de 6% de aumento, mas o valor foi mais que o dobro. Prefeitos e governadores querem que o Congresso altere o critério de reajuste para que o parâmetro passe a ser a inflação oficial medida pelo INPC.

Na tarde desta quarta-feira (14), em reunião com os líderes aliados, Frederico Antunes discutirá os projetos do pacote do funcionalismo que devem ser votados na convocação extraordinária, a partir do dia 27 de janeiro.

*GaúchaZH

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