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Chuvas levam cidades de Santa Catarina a decretar emergência

Medida vigora em pelo menos 17 municípios

02/12/2022 14:30 por redação


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Foto: Cristiano Estrela


 

Pelo menos 17 cidades de Santa Catarina decretaram situação de emergência por causa das fortes chuvas que atingem o estado. Além de Araquari, Joinville, São Bento do Sul, Luiz Alves, Corupá, Guaramirim, Rio dos Cedros, Campo Alegre, Santo Amaro da Imperatriz, Benedito Novo, Palhoça, Rancho Queimado, São José, Águas Mornas, Antônio Carlos, Armazém e Anitápolis, os municípios de Timbó, São José, Schroeder e Brusque estão providenciando documentos para instituir o decreto, segundo as informações do Grupo de Ações Coordenadas da Defesa Civil (GRAC-DCSC).

De acordo com o GRAC-DCSC, foram registradas ocorrência de alagamentos, quedas de árvores, inundações e deslizamentos nessas cidades. Ao todo, 882 pessoas estão desalojadas, 520 em Joinville; 220 em São Bento do Sul; 34 em Luiz Alves; 30 em Timbó; 20 em Rio dos Cedros, 20 em Campo Alegre; 12 em Benedito Novo; nove em Araquari; 10 em Garuva; quatro em Gaspar; duas em Itapoá e uma em Pomerode. E o número de desabrigados soma 195 pessoas, das quais 168 em Joinville; 10 em Jaraguá do Sul; 8 em Rodeio; cinco em Guaramirim e quatro em Campo Alegre.

Prioridades

A situação de emergência foi decretada pelo governador Carlos Moisés para facilitar as ações de atendimento, assistência às pessoas e recuperação dos municípios afetados. Segundo ele, a prioridade no momento é proteger e garantir assistência humanitária aos atingidos, o que já está sendo feito por meio da Defesa Civil de cada cidade.

“O momento é delicado e exige a atenção e cuidado de todos, especialmente nas estradas e locais de riscos de deslizamentos e inundações. A orientação é para que as pessoas evitem se deslocar para outros locais ou cidades. O momento é de união de forças”, afirmou.

O secretário-chefe da Defesa Civil do estado de Santa Catarina, David Busarello, disse que, além de toda estrutura do governo estadual, cinco aeronaves estão disponíveis e atuando junto aos municípios, resgatando pessoas.

“Essa responsabilidade nos faz atender as pessoas da melhor maneira. Estamos levando-as para abrigos, onde recebem todos os itens de assistência humanitária. E depois, quando as águas começarem a baixar, vamos atuar na reconstrução e na análise de tudo o que foi estragado”, ressaltou.

Agência Brasil



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