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Eduardo Leite cobra ações mais rápidas após RS registrar 11 feminicídios em janeiro

Manifestação do governador ocorre após o assassinato de Marlei de Fátima Froelick, em Novo Barreiro, mesmo após pedido de medida protetiva

30/01/2026 08:07 por redação


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Crédito: Mauricio Tonetto / Secom


 

O governador Eduardo Leite se manifestou nas redes sociais (ASSISTA AQUI) após o Rio Grande do Sul registrar 11 feminicídios em 2026, reforçando a necessidade de ações mais rápidas e efetivas no combate à violência contra a mulher. A declaração ocorre após o assassinato de Marlei de Fátima Froelick, de 53 anos, ocorrido nesta quinta-feira (29), em uma propriedade rural no município de Novo Barreiro.

Marlei foi morta a tiros pelo ex-companheiro, Waldir Abling, de 57 anos, no momento em que retornou ao local onde vivia para buscar seus pertences. A vítima pretendia passar a morar na casa do filho. O crime foi presenciado pelo pai da vítima, Abílio Froelick, e por uma tia.

De acordo com as informações apuradas, Marlei havia solicitado medida protetiva no dia 12 deste mês, mas o pedido foi inicialmente negado pela Justiça. Após recurso do Ministério Público, a medida foi autorizada na quarta-feira (28), porém o agressor ainda não havia sido notificado. Um dia depois, o crime foi cometido. O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul informou que irá apurar as circunstâncias da negativa inicial da medida protetiva.

Diante do caso e do aumento dos feminicídios no Estado, o governador publicou um posicionamento contundente nas redes sociais. “Cada mulher assassinada é uma falha coletiva — do Estado, da sociedade e de um sistema que ainda precisa agir com mais rapidez e efetividade”, afirmou Eduardo Leite. O governador destacou que os crimes não são episódios isolados, mas muitas vezes violências anunciadas, precedidas por ameaças e pedidos de ajuda.

Leite reforçou ainda o compromisso do governo estadual com o fortalecimento das políticas de proteção às mulheres. “Nosso compromisso é claro: fortalecer a proteção, cobrar responsabilidade e agir antes que a violência vire morte. Nenhuma mulher pode ser deixada sozinha. Nenhuma vida é descartável”, declarou.

O caso de Novo Barreiro segue sendo investigado pela Polícia Civil.



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